Escravo da Rosa


A maçã de £200,00
4 Novembro 2009, ---
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A Stefanie Gaspar me disse algo sobre isso de manhã, mas nem liguei muito. Até ver.

beatles_apple

Bem, isso é um pendrive com o catálogo remasterizado dos Beatles de brinde. A Apple, do amado Mr. Jobs, e a EMI se juntaram neste projeto que chega ao fã por apenas £200,00.

Presente de natal?

O pendrive da maça começa a ser comercializado no dia 7 de dezembro e estão disponíveis apenas 30 mil unidades. Beatlemaníaco, é bom correr.

Além dos discos, que vem com a arte digitalizada e tudo, há também 13 mini-documentários – o que eu queria muito ver.

Para garantir, aqui.



Casa dos Criadores. Vambora?!
27 Outubro 2009, ---
Arquivado em: Vestindo

Hoje, André Hidalgo falou sobre a 26a Casa dos Criadores, que traz umas novidades.

O evento mais uma vez mostra sua inclinação para o novo e promove o segundo festival d ebandas, que acontece no segundo dia do evento. Desta vez, os shows são no Parque da Luz, para não causar tanto no shopping Frei Caneca, sede dos desfiles.

Quer tocar? Participar do evento de moda mais charmoso do Brasil? Dá uma olhada no myspace e se inscreve.

Mas se você não tem o dom da música, mas tem o dom da moda, pode participar também. Arrume sua galera com suas criações e leve-os para o Fashion Mob, uma intervenção urbana que começa no Largo do Arouche e vai até o Parque da Luz, onde depois será possível ver o desfile das Gêmeas e curtir aquele festival com o gatinho tocando.

E se você mandar bem nas peças no Fashion Mob, pode ganhar um espaco na proxima edição, que acontece em maio do ano que vem.

Nos vemos lá?

 



I got the Devil’s haircut…
9 Outubro 2009, ---
Arquivado em: I love it, São Paulo | Tags: ,

Cabelo para mulher é tudo. Pode trocar a cor do esmalte, usar salto 10, pensar num peeling. Mas, mulher é o cabelo. Esse traduz o mau humor, a TPM, o ritmo de vida, e personalidade.

Eu já falei de cabelo aqui, aqui, aqui (naquele Escravo antigo…) e aqui, e em mais alguns posts. E o que já falaram dela? Bem… Google resolve. Mas vá direto aqui e aqui – e no Flickr.

Já viu? Vamos lá.

Conheci a Camila na casa do Mancha numa festa no começo do ano. Olhei para o cabelo, bem loiro e bem curto. Mais um dia na casa do Mancha e fui apresentada oficialmente. Camila, a namorada do anfitrião, adorava falar sobre cabelos – conversa mais que ganha.

O tempo foi passando, vi Camila mais algumas vezes e soube que o interesse dela por cabelos era sério. E eu, cada vez mais desencanada, com uma franja maldita, que funcionou só no primeiro mês. Até que… chegou pelo twitter o anúncio de um Hairday – evento que ela promovia em Pinheiros.

Me preparei durante a semana para a mudança. Mas na sexta, cerveja vem, cerveja vem (só vem mesmo), acabei destruida no dia seguinte. E nada de corte.

Nessa semana, acabou. Meu cabelo tava um saco, grande e preso a maior parte do tempo. Aí, a grande questão: para quê cabelão se ninguém vê porque está preso o tempo todo?

Optei pela cara de pau. “Camila, quando tem hairday? Meu cabelo está uma desgraça.”, pelo Facebook mesmo.

Camila deu um tempo de Hairday – corta cabelos em casa mesmo, e pensa em fazer isso da vida. A designer pensa aplicar seus conhecimentos nos cabelos. Celso Kamura, vem cá e eu te digo o que é talento.

Conversa vai, conversa vem, a gaúcha conta que a avó era cabeleireira. E eu, oi, conto a vida inteira. Falamos do Sul, da vida no mato, família… Ouvindo Wilco, escolha da moça, eu juro.

Ela não usa espelho, diz que a desconcentra. Molha meu cabelo e me dá uma bela encarada. Faz a melhor cara de atenção do mundo. Pronto. Da-lhe cabelo voando.

Começo a ouvir a tesoura bem perto da cabeça. Não vejo nada. Dá um frio, mas conto até três. Volta o papo.

Ela para, analisa a franja. Posso colocar a mão?, pergunto. O cabelo está absurdamente mais leve – talento explica. Passou qualquer medinho e agora, babe, só curiosidade.

Camila tem as manhas, o dom, talento ouo nome que você queira dar. E isso é dela. E tem a técnica, porque entende de tesoura, analisa o cabelo, o formato do rosto. “Vou fazer um curso de Visagismo”, conta a moça.Vou me oferecer para ser cobaia.

E tudo parece muito simples, sem essa coisa “vou cortar 1 dedo aqui, 5 atrás”. O que ela propõe é uma forma diferente, sem a tensão da mudança. Sonzinho, bate-papo, na casa dela. Puro prazer de cortar cabelo, como discutir isso no sofá da casa da amiga.

Quando ela acabou, olhei no vidro da janela mesmo. “Meu, ficou ótimo”, disse eu, um tanto embasbacada. Olhar no espelho foi a confirmação. Camis acertou. Me deu o cabelo que eu procuro há anos, desde que comecei a podar curto. Quase chorei.

- Você nem sabia que tinha tudo isso aí nesse cabelo, né?

- É, gata. Olhei o espelho e vi a mulher que eu queria ser.

Porque o cabelo é tudo.



Nerd. Dress yourself.
3 Outubro 2009, ---
Arquivado em: I love it, Music makes people come together

Camisetas eletrônicas não são exatamente novas, mas ainda não vi ninguém usando. Mamãe adorou quando viu em Caminho das Índias. Havia uma branca, mas a preta é infinitamente mais bonita.

As camistas acabaram superando o simples olhar. A interatividade permitiu que os músicos tocassem bateria na estampa.

Agora, luxo de

Pode chamar de cafona, entendo. Mas a camiseta é fascinante. Funciona a pilha ou bateria recarregável (depende do modelo) e as luzes se acendem de acordo com o som, exatamente como a barra do equalizador no rádio.

Você pode também colocar trilha sonora na sua vida. Conecte com seu IPod e divirta-se:

Agora, luxo de última geração  é essa que reconhece Wi-Fi. Sem desculpa para ficar offline agora. Pelo menos até acabar as 3 pilhas AAA que a camiseta usa.

Finally you can get the attention you deserve as others bow to you as their reverential wi-fi god, while geeky chicks swoon at your presence

Finally you can get the attention you deserve as others bow to you as their reverential wi-fi god, while geeky chicks swoon at your presence.

As camisetas custam cerca de R$100. Você pode encontrar alguns modelos aqui. E uns bem legais aqui, além de outras coisas bem nerds.



Vinil de Veludo VIII

Este nem demorou, né? Stefanie Gaspar e eu fizemos tudo muito rápido, ainda na segunda-feira. Daqui pra cá, algumas coisas mudaram, como a confirmação do Iggy Pop no festtival Planeta Terra. Ou seja, o podcas está um pouquinho atrasado. humpf.

Falando em Planeta Terra, continuamos na vibe de festivais. Neil Young, que esteve cotado para o festival do Playcenter, ganha cover do Wilco para Looking for a Lover. Primal Scream, headline confirmadíssimo do mesmo festival, aparece com a espetacular Movin’ On Up. E o Maquinaria está devidamente contemplado com Faith No More e a obrigatória  Epic.

O resto é conhecido: para entrar em contato, comentários ou vinildeveludo@gmail.com.

Para baixar esta edição, clique aqui. E para ouvir todas as outras, aqui.



Vinil de Veludo VII

Pensou mesmo que a gente tinha sumido, né? NÃO! Estamos de volta fazendo a festa nos festivais. Então, aumente o volume, tire a cadeira do meio da sala e pode dançar. Ou deixa a cadeira, se você consegue usa-la para fazer performances.

Gravamos este podcast sexta-feira passada, ou seja, entra com uma semana de atraso. Mas ainda está valendo, já que as coisas não mudaram muito nos últimos dias.

Começando com La Roux, o duo inglês mais agitado deste ano. Tigerlily é a música que não vai te deixar em paz por um tempo, te fazendo dançar até na fila do banco. Depois, vem Ting Tings, que tocaram em todas as rádios FM ano passado. Shut Up and Let Me Go é de jogar as mãos pro alto, como diria alguém no axé. Por último, uma das grandes bandas desse ano, o Metronomy. Aqui vai rolar Radio Ladio, mas eu queria ter colocado o álbum todo.

Sugestões, críticas e credenciais podem ser enviadas aqui nos comentários e no vinildeveludo@gmail.com.

Baixe aqui. E ouça as outras edições aqui. E aqui, o vídeo que a gente cita com Hitler falando do fim do Oasis.



Herchcovitch na Semana de Moda de Nova York
10 Setembro 2009, ---
Arquivado em: I love it, New York | Tags: , ,

Foi hoje, acabou há pouco. O primeiro desfile da Rosa Chá assinado por Alexandre Herchcovitch mostrou um verão branco, muito branco. Tecidos soltos e uma volta ao poá (estampa de bolinhas). Cores nos detalhes, como vermelho e verde limão. Presença também das listras preto e branco. Básico e bonito. Diferente do colorido que apresentou para o inverno lá e aqui. Enfim, deixando a crítica de lado, escolha um modelinho direto da passarela da Mercedes-Benz Fashion Week.

meu favorito

meu favorito

É, eu também quero…



Sessé e O Milagre de Santa Luzia

Conheço o cineasta Sérgio Roizenblit, diretor do Milagre de Santa Luzia,  há quase 15 anos, quando minha mãe foi trabalhar na produtora que ainda chamava RecPlay. E pela primeira vez parei para conversar seriamente com ele. O resultado foi uma das entrevistas mais legais e interessantes que eu fiz. É grande, mas vale a pena. Sérgio pensa o cinema independente de uma forma realista e especial. Realista porque sabe das limitações e especial porque tenta vencê-las.

Sérgio assume a certa altura que talvez o cinema independente no Brasil não dê certo por culpa nossa, e se inclui nisso. “Não dá pra ser tão passivo de ir ao cinema, ver um filme legal e voltar pra casa.”

Essa passividade é o que eu tento deixar de lado fazendo a entrevista. Vendo o projeto nascer e acontecer (na produtora que hoje chama Miração), quero compartilhar com o mundo a grandeza do filme, que mostra um país que é preciso conhecer. Ajudar as pessoas a superarem os preconceitos contra o nordeste, documentários e cinema nacional para ver que sanfona é importantíssima. O filme é simplesmente indispensável.

A entrevista está no mais que amado Cinequanon, para onde tenho a honra de escrever pela primeira vez, a convite de Cid Nader, que me cobra a parceria há tempos. Espero ter correspondido às espectativas, e que outras matérias venham por aí. Porque além de cinema, aqui se faz jornalismo independente.



Raio-X pra ver o mundo!

O fotógrafo inglês Nick Veasey, certa vez, fez a imagem de uma lata de Coca-Cola com um raio-x para um programa de TV. Pronto, estava lançada a nova técnica. Aperfeiçoar um pouco aqui, montar outra coisa ali, e pronto: imagens impressionantes e lindas.

As melhores imagens em mais de 13 anos trabalhando e experimentando a técnica estão reunidos no livro X-ray: See Through The World Around You.

Câmera 35mm

Câmera 35mm

prédio - ok, óbvio, eu sei.

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A do ônibus, que não por acaso virou a capa do livro, é uma montagem com a imagem do veículo, feita por um equipamento que  a polícia usa para verificar veículos suspeitos e as pessoas são, na verdade, uma só, que ele foi montando e colocando em diferentes posições.

Aqui tem uma seleção com 29 imagens.

Dica do @jampa e @cavallini.



O milagre chega ao cinema
17 Agosto 2009, ---
Arquivado em: Filminhos, I love it | Tags: ,

Trailer d’O Milagre de Santa Luzia, filme imperdível sobre Dominguinhos e a sanfona no Brasil.