foi assim:
ontem fui dormir às 2h, em cima de um livro, que estava revisando para fichar. aí hoje acordei cedo para fazer o fichamentp. faz 7 horas que estou sentada na frente do computador.
e o Word deu pau. perdi o fichamento todo.
legal, né
Arquivado em: Jornalismo, Music makes people come together | Tags: Cásper Líbero, Juliano Zappia, Jungle Drums, Qualquer Coisa
Continuação do post anterior. Explico: o post de baixo começou com esse título porque queria explicar uma coisa sobre as minhas notas. Aí, foi crescendo tomando outro rumo e fiquei com preguiça de editar. Sabe quando o texto toma vida própria?! Bem isso.
Então, eu vou chutar o pau da barraca.
“Cásper on fire! Um sonho coletivo realizado”. Mariana Marcondes.
Mari, só seria melhor se tivesse um povo queimando junto.
No último bimestre fui uma nerd, apesar de não ter ido a todas as aulas que precisava (vê-lo dormir era tão mais legal, podia fazer isso por horas. Se estivesse aqui, mudaria o horário da faculdade. Enfim).
As notas estão bem boas, tem até uns 9,0 por lá. E advinhe, querido leitor, quais são as melhores notas? Sim, daquelas matérias para as quais não estudei, não fui a aula, e principalmente, da que não fiz nada ou colei descaradamente.
Por exemplo: Em Legislação e Prática Judiciária, soube da prova no dia, imprimi um resumo feito por um aluno da outra sala, provavelmente alguém com quem nunca conversei e tirei 9,0. Bom, não?!
É. Aí, o Maringoni pediu um trabalho e eu fiz sobre a Jungle Drums, uma revista editada em Londres. Um trampo animal, horas de entrevista, além de importar o editor-chefe. Fiquei acordada por madrugadas para fazer o trabalho, além da dor nas costas. Nota: 8,5. E 10 faltas até agora das 16 possíveis. Mas já tenho um 8,5 no primeiro bimestre então… preciso de 11 pontos em 2 bimestre. É, tá bom. Pelo menos foi legal falar da Jungle, gostei da revista. Olha lá.
Falando em Jungle, o editor-chefe, Juliano Zappia, é o convidado dessa semana do podcast Qualquer Coisa, no blog do Paulo Terron. Comenta-se que deixará de ser participação e vira colaboração (fixo mesmo). Só não cito a fonte. E viva a publicidade!
Vou tccer hoje até terminar a %$##@ do fichamento.
Arquivado em: Jornalismo, Music makes people come together, Pra onde esse post vai? | Tags: Ai quem me dera, Cásper Líbero, Cultura Geral, Edu e Tom, JUCA, Legislação e Prática Judiciária
Ah, Cásper Líbero, eu amo você. Cada um dos seus corredores, sua rotina, o movimento da turma da noite. Adorava a zona que era o Monet na hora do almoço, o espaço de fumantes no 7ª andar, as aulas no estúdio, o Viana e o Núcleo de Rádio e TV. Além das coordenadorias, onde eu me sinto tão bem (especialmente na Cultura Geral, onde fui absurdamente feliz).
A Cásper tem ainda um ar de colégio. Lembra quando a tia da cantina te conhecia, e o bedel perguntava porque você não tava na aula? Um dia, um bedel, acho que foi o Alê, foi me entregar o cartão do banco que eu tinha esquecido Monet na coord. A secretária da pós-gradução me vê e fala “oi menina” com um sorriso meio de canto, como quem sabe que eu apronto, e acha engraçado.
Ah, Cásper, você já viu cada uma… quase apanhei um vez (daquelas coisas bizarras). A minha sala estava sempre cheia de amigos muito queridos. E nos juntemos contra o mal!, mesmo que seja uma delícia. A Vivi contando os casos, a Mari falando de Simone e de tudo – porque ela sabe sobre tudo -, a Talita começando com o Jedah. O Luis mudando a minha vida e explicando Kant.
Só que aí, você cresce e o tcc chega todo simpático, dando beijos. Hipócrita do kct. E aí, você lembra que ele vai consumir seus dias, noites, fins de semana e todo o tempo que você disponibilizava para o seu amor. Aquela cerveja durante o jogo de futebol, só se for com o seu grupo para discutir o nome dos capítulos do livro ou do programa de rádio. E dormir tarde, só na época da entrega da qualificação ou na véspera de mandar pra gráfica. Esqueça as phodas homéricas até amanhecer.
Além do tcc, pense no prof. de ética que demitiu Paulo Henrique Amorim porque ele não achava bom o monopólio Brasil Telecom. É… vida difícil essa de jornalistas éticos. Ah, sim, tem as provas de técnicas de redação II. Em técnicas de redação I, minha nota do primeiro bimestre é 3,5, e não tá dando para ler D. Quixote.
É uma perfeita relação de amor e ódio. Uma dedicação enorme, um carinho, um tesão enorme pelas aulas que você sabe que te fazem uma pessoa melhor. E um saco cheio daquelas que não vão acrescentar nada a sua vida. Ê, Cásper, que me dá Legislação e Prática Judiciária, Radiojornalismo II… e Jornalismo Cultural, História da Arte, Telejornalismo.
E tem as histórias de Juca, claro.
“Só eu seeeeei…… porque eu não fico em casa”
Ô, to falante hoje. Nos últimos dias, conversei até com o microondas. É que a água para o chá estava muito quente, e reclamei com ele esperando que pedisse desculpas. Me perdi no texto.
“e que o verbo amar não se conjuga sem você
eu faço samba de ouvido pra você”
Ouvindo Edu e Tom… certamente um dos meus discos favoritos

