Arquivado em: Music makes people come together | Tags: Adele, Jazz Masters, Lauryn Hill, Nneka
Não, na verdade não é difícil vê-la se você mora na Alemanha. Ela tem uma agenda bem cheia por lá, onde mora há anos, apesar de ser nigeriana. O vídeo aí em baixo e a letra da música deixam claro que ela sabe de onde vem. Essa é amlehor música dela. E nas comparações que a nossa raça maldita (sim, os jornalsitas) faz, falou-se Lauryn Hill, É, aquela do genial Miseducation, e que esteve no Brasil e eu não vi.
Ouvi falar na Nneka há um tempo, no programa Jazz Masters, que é transmitido pela Eldorado. O programa é o máximo: apresentação e seleção de músicas ótimas. Nunca ouvi um que não gostasse.
Enfim. Ouvi no rádio a música e anotei num post it no nome dela, do jeito que eu achei que que se escrevia. Me enganei, perdi o post it, mas o nome ficou na cabeça. E depois de 50 pesquisas no Google, ou seja, escrever o nome da moça de 50 formas diferentes, não achei nenhuma referência. Tentei até com dois K, passei perto.
Aí, hoje, resolvi ler os blog da minha vida e no Ilustrada no Pop, (tem o link na barra), achei um post sobre ela!
Voltei ao Jazz Masters e achei o programa, que foi ao ar em 24 de maio (Sérgio Scarpele e Paulo Mai são gênios). Nesse programa aí, tem também a genial, fantástica, amazing Adele. Ah, a Adele é mocinha, mais nova que eu (quando não minto a idade). E, claro, rola a comparação com a Amy. Eu ouço as duas sem problemas. Ouça o programa todo, é foda.
Bem, dicas anotadas, bjs a todos.
contagem regressiva: 44.
Epígrafe: “Poucas pessoas viveram grandes feitos, grandes viagens ou grandes paixões. A maioria viveu o que podia ter vivido.”
Bianca Feijó
e eu, o que vivi? tenho preguiça dos grandes feitos, ainda não tive tempo das grande viagens (e não terei por pura insegurança e por estar presa sempre a alguma coisa). Além do medo e da falta de saco para as grandes paixões, porque elas nunca funcionaram para mim – e não funcionam hoje, pensando que eu estaria melhor se você pudesse tomar uma cerveja comigo no fim da tarde, ou seja, foda-se o fato de eu gostar pra cacete de você, de ter saudades, de derreter toda vez que ouço a sua voz. nas outras paixões, quando não morri, matei alguém, e essas pessoas me culpam até hoje por suas mortes. to cansada do mau amor – meu e dos outros. e percebo que não vivi nem o que podia.
eu disse que ia pro escravo.
segunda-feira. 13h40. tinhas umas latas de cerveja na geladeira, e achei que ia ser legal trabalhar e tomar umas. afinal, trabalhar em casa tem mostrar umas vantagens. me empolguei e fiquei meio bêbada. ainda bem que era Skol e não Original, que me dá dor cabeça (não que eu dispense, porque cervejeiro não faz essas coisas). papai gostava de Bohemia.
ops
