Arquivado em: Pra onde esse post vai? | Tags: Blog, Comentários, Fábio Matos, Karina Sérgio Gomes
Aê! Tem uns comentários nos post anteriores que eu gostaria de responder.
Fabio: Ei querido… as férias estão acabando e a gente nem foi comer aquela pizza, hein. E tô na correria aqui. Que coisa o Caio Tulio no Roda Viva, né. Sabe que pela primeira vez eu achei o programa ruim?! Porque não é possível que ninguém tenha falado nada sobre o caso Dantas, a não ser aquela perguntinha chinfrim do Carlos Edurado Lins. Sabe quando parece rabo preso, ou que ninguém quer comprar briga com ele? Fiquei com essa impressão, e aí dá aquele desanimo quanto ao jornalismo. Uma vez o Xico Sá me disse que as desilusões com o jornalismo acontecem uma vez por semana e mais seriamente uma vez por mês. Essa foi a do mês, viu.
Ah, a lei seca. Eu não dirijo, nunca dirigi (na verdade, quando o fiz bati o carro e dei o maior prejuízo em casa). Por isso as minhas baladas se concentram na Augusta. Dá pra voltar a pé, independente do estado…
E a contagem regressiva (hoje 41), tem a ver com esse post aqui. Ai, Fábio… Ele vai super voltar! To maior feliz. Ê!
Kaká: Êhhhhh, você foi a única que reparou na minha foto nova. Ou pelo menos comentou, porque eu acho que não dá pra não ver, né…
Zodi: A Nneka não deixou mais nenhum vídeo ser postado. Aí, a se ela não quer aparecer, a gente não fala dela, né… Fazer o quê. Se eu baixar alguma coisa dela, coloco de novo…
E Mari, querida… que saudades, flor. A cerimônia do saquê foi assim: Os convidados da cerimônia vestiram uma roupa vermelha (por cima das que já usavam) e com um martelo de madeira quebraram a tampa do barril. O problema é que a cerimônia era muito séria. E ver o Danilo Miranda, presidente do Sesc, fazer aquilo foi demais. É compreensível que tenham feito isso, porque um dos homenageados é japonês, tem aquele negócio de mangá e tal… mas meeeeeu… enfim.
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Há uma coisa em blogs que me intriga: porque as pessoas não participam? É que andei reparando nas estatíticas do escravo nos últimos dias. Médias de 70 pessoas acessando diariamente, e só umas 3 ou quatro pessoas discutem. Nessa semana tive o “dia mais agitado” (é essa a expressão que o wordpress utiliza), com 130 visitas. Ainda não dá pra pedir patrocínio, mas posso escrever qualquer coisa, inclusive essa bobabgenzinha.
Acabei de chegar em casa, vinda do mico do ano.
Eu sei que o mundo ama os quadrinhos. Eu gosto de alguns, mas passam longe do posto de paixão da minha vida. Sei o nome de uma meia duzia de quadrinistas e achar foda, só a Aline e a Rê Bordosa (que não é muito da minha época, mas gosto dela).
Aí, tinha um post aí embaixo que foi apagado falando de um show no Sesc Pompéia que reuniria Jumbo Elektro e Cérebro Eletrônico. Tudo de bom, né… Peguei na agenda do Cérebro, dei uns telefonemas e carreguei gente comigo. Tirei a mini-saia do armário, coloquei o sorriso no rosto e vâmo lá. Só que:
O tal do evento não era um show do jumbo, nem aconteceu na choperia. Era a premiação de um negócio de quadrinhos. Aí, entra no palco Serginho Groismann e começa a apresentar o prêmio. E nessa história, o Jumbo e Cérebro entraram no palco juntos (já que há uma interção entre as bandas). E ficaram fazendo vinheta - até a hora em que eu saí, pelo menos.
Sabe aquela hora em que você se pergunta o que tá fazendo ali?
A saber: não tenho nada contra o evento, que existe há pelo menos 20 anos, tem tradição e galera adora. Mas eu caí muito de paraquedas.