Escravo da Rosa


Como o amor mata

Estou pensando em criar uma série de postagens sobre como as pessoas encaram os realcionamentos. Começaria com a morbidez do casamento.

As pessoas andam um pouco descrentes nos companheiros de longa distância. Ontem na coord de Cultura Geral, lugar mais legal do mundo, deu-se o seguinte diálogo:

Tai: Mari, você viu meu e-mail? Se você precisar de alguma coisa, livros, sei lá, eu posso trazer também.
Mari: Ah, Tai, quero umas revistas. Contei pra minha mãe que você vai pra Inglaterra. Ela ficou preocupada.
Tai: Hã?
Mari: Na verdade, ela ficou feliz, mas “diz pra ela tomar cuidado, você viu o que aconteceu com a inglesa que veio pra cá”.
Ste: Numa dessas eles resolvem se vingar né…

Como ninguém pensou nisso antes?


4 Comentários até o momento
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Ei, eu não disse “quero umas revistas”, disse que queria uma Witch. E não falei a sério – pô, você vai ter mais o que fazer, né?
Mas esse comentário da minha minha mãe foi muito comentário de mãe.
E, você sabe, ela se preocupa com o destino dos Tonolli – afinal, ela acompanha essas histórias há anos =)

Beijos
(mas se cuida mesmo, tá?Sério!)

Comment por Mari

os britânicos são educados. o máximo que eles podem te fazer é te colocar de castigo virado para parede. =)

Comment por K

Hahahahahaha!
Esse comentário é muito a cara a mãe da Mari!
Sério! :)

Adorei o nível surreal da conversa, mas – apesar de todos os pesares – é preciso dar crédito à dona Fátima! Eu realmente não havia pensado nesta hipótese, mas – se tratando se um país estranho – todo cuidado é pouco!!!

Se cuide, viu?!

Beijos!

Comment por Iza

[...] A Musa Ruiva tem razão: a Coordenadoria de Cultura Geral é o lugar mais legal do mundo. [...]

Pingback por 2376 caracteres sem o menor sentido « Me exorcisa




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