Gente, disse que foi aniversário da Jungle? É, aquela revista com a qual eu mantenho uma certa relação(!).
Bem, isso foi logo depois do meu aniversário, tipo dia 18 de novembro. Então eu achei menos importante, mas eles levaram Autoramas pra tocar. Então, Jungle, feliz aniversário atrasado e uma musiquinha.
13h40. Em 10 horas sai meu vôo para Nova York. Mas estarei quase em casa.
- NY tem taxis amarelos, como no Rio.
- Tem comida de rua, como o chinês da Paulista.
- Eles tem um grande parque, com um lago, tipo o Ibirapuera.
- Há um orgulho de estar em NY, assim como em SP.
- Pessoas tipo Woody Allen filmam em NY. Já SP foi filmada por Ricardo Elias*.
Mas também teve Lina Chamie, Fernando Meirelles, Chiquinho e mais um monte.
- Eles têm lendas urbanas, como jacarés que vivem nos esgotos. Se a cidade inteira tivesse rede de esgoto, a gente também criaria uma própria. Mas aqui tem a loira do banheiro, ou a morena do banheiro. No meu caso, a ruiva do banheiro. Depende do gosto de cada um.
Né, não?
*Referência a conversa com Cid Nader na última quarta-feira. Thks for all, babe.
É mais ou menos assim:
Ela nasceu numa família classe média-baixa. Estudou direitinho, ajudou a mãe a cuidar da casa, foi boa filha e boa irmã. Cultivou o sonho de ser advogada. E se formou em Direito, estudou mais um pouco e passou na OAB. Começou a advogar, foi parar na área criminal. Coisa de quem quer muito ser advogado – o resto é pra quem não tem peito.
Luciana se casou. Família, dois filhos lindo, um marido exemplar. Ele saía pra brincar com as crianças na rua todo fim de semana e era sempre gentil com ela.
No fim de semana, o marido foi viajar a trabalho. Luciana ficou em casa cuidando das crianças, que tinham os amiguinhos da vizinhança pra assistir um filme qualquer de animação. Carros? Bee Movie? Pode ser. Ela foi a padaria providenciar um lanche para a criançada. Parecia feliz. Como sempre, foi simpática com os vizinhos, parou para conversar e falar aquelas coisas simples, de vida de bairro.
A mãe de Luciana passava uns dias na casa dela, para ajudar a cuidar das crianças no intervalo entre a saída da empregada até ela chegar do trabalho. Ontem, quando chegava em casa, os filhos e a mãe foram até a janela vê-la entrar em casa. Não deu tempo dela sair do carro. Dois homens alvejaram o carro com 12 tiros. Luciana morreu na hora.
Momento eu sou mais indie que você, dá licença.
Eu sou ciumenta. Sim, do meu namorado, dos meus amigos, dos meus discos e das minhas bandas. Odeio quando as minhas bandas favoritas viram as favoritas dos outros. Tem tanta música nesse mundo e você vai gostar logo de… Holger?
Sim, eu quebrei o pau pra ir naquele show do Holger em maio no Milo. Sim, tem umas duas músicas que eu sei de cor! Eles foram meus top friends quando o myspace deles não tinha nem esse endereço.
E agora eles são a banda favorita de metade de São Paulo.
Mas pode ser a sua também, eles são realmente incríveis.
Olá, bom dia.
Aceita um chá? Sem açúcar por favor.
Lembrei que tenho uma categoria aqui que se chama Sonhando, e que quase nunca posto nela. Nem sei quantos posts tem. Obviamente, era pra eu contar os sonhos bizarros que tenho. E quase toda semana tem um. Vou contar um sonho de muito tempo atrás, que os meus amigos já ouviram, mas que merece registro.
Estava dormindo em casa, feliz e contente, como uma pedra. Tinha chegado em casa quase seis da manhã depois do Gui Fest (ou seja, 4 de julho). E como todo inverno é frio – tava sonhando que tava dormindo, isso mesmo.
Tocava uma música que eu não conhecia o tempo todo, como naquela função do media player. E quando eu sentia frio, o clipe da música começava a passar nas minhas costas, numa tela de youtube. Não projetar, como se fosse uma tela, mas como se eu fosse uma tevê. Aí, eu puxava o cobertor e o clipe parava. Quando eu me virava e sentia frio, lá vinha o clipe da música no youtube instalado nas minhas costas de novo.
E eu nunca soube que música era.
Ando vendo muito youtube. Saudade do tempo em que as crianças sonhavam com bicho papão.
Olá, olá! Um assunto do qual quero falar desde outubro, e que agora ganhou oportunidade.
Lingerie é uma coisa importante. Eu não ligo muito, mas deve ajudar bastante na hora, ajudar as que têm mais a disfarçar e as que tem menos (meu caso) a realçar. E calcinha furada nem marido depois de 30 anos merece. As inglesas sei lá como se reproduzem, porque as calcinhas são muito feias. Broxantes mesmo.
Não que todas precisem arrasar todo dia, fazer pole dance, strip tease e/ou o kama sutra inteiro. Mas não precisa chutar o pau da barraca também.
Porque tem uma coisa da lingerie, quando você se preocupa com ela, de ser bonita, sexy, e de impressionar por isso. Aí, pra cair na vulgaridade é um passo, isso quando não fica ridículo. E não se engane, nem sempre o menor é o melhor… Na dúvida, funciona da mesma forma que para todas as outras peças do vestuário: básico.
Aí, como eu leio um monte de coisas sobre moda mas não aplico nada, fui ver as fotos de um desfile de lingerie que teve na semana de moda de Bancoc, na Tailândia. Sim, eles produzem moda, não dê risada. E, meu Deus, que mau gosto!
Isso é uma fantasia de garçonte pornô? E olha o bojo até o ombro…
Essa cor é fluorescente, pra garota ser achada até no escuro.
Adorei a estampa, viu…
E se as imagens não abriram pra você, ou quer ver mais, tá no Uol. Entendeu porque as brasileiras fazem mais sexo?
Arquivado em: I love it, Music makes people come together | Tags: Madison Square Garden, NY, Oasis
Contei que ganhei o novo disco do Oasis, né? Então, tá.
Agora eu vou vê-los dia 17 de dezembro no Madison Square Gaden, aquela casa de shows pequenininha em Nova York.

uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
Entrevista de visto, documentação, três formulários dizendo a mesma coisa, o site mais confuso do mundo.
Trabalho de rádio, TCC, trabalho de foto, problema de faltas.
Dinheiro, crise financeira, cotação do dolar, cartão de crédito, telefone.
Repensar a vida sentimental.
Duas horas dormidas esta noite.
Madison Square Park, 2003
