Arquivado em: Music makes people come together | Tags: Llily Allen, Straight to Hell, The Clash, War Child: Heroes
Ela é uma linda, inteligente, interessante, divertida… enfim, a mulher da vida de metade das pessoas que eu conheço.E vira e mexe faz cover. Nos últimos tempos fez Womanizer, da Britney. Antes tinha feito keane – se você foi no Planeta Terra 2007, viu. E fez mais algum que eu não lembro agora. O último é Straight to Hell, do The Clash, que tá aqui… É foda.
Ah, sim, se você não viu o título do post, estou falando da Lily Allen.

Isso tá numa coletânea que o mundo todo comenta por causa da versão do Franz Ferdinand pra Call Me do Blondie. A coletânea chama War Child: Heroes, é um projeto para arrecadar dinheiro para crianças vítimas de guerra e será lançada dia 16 e você pode comprar aqui. A saber, a coletânea tem mais que o Franz.
E nem comento mais. Só deixo o tracklist:
- Beck (Bob Dylan: Leopard-Skin Pill-Box Hat) :: info ::
- Scissor Sisters (Roxy Music: Do The Strand) :: info ::
- Lily Allen (The Clash: Straight To Hell) :: info ::
- Duffy (Paul McCartney: Live And Let Die) :: info ::
- Elbow (U2: Running To Stand Still) :: info ::
- TV On The Radio (David Bowie: Heroes) :: info ::
- Hot Chip (Joy Division: Transmission) :: info ::
- The Kooks (The Kinks: Victoria) :: info ::
- Estelle (Stevie Wonder: Superstition) :: info ::
- Rufus Wainwright (Brian Wilson: Wonderful/ Song For Children) :: info ::
- Peaches (Iggy Pop: Search And Destroy) :: info ::
- The Hold Steady (Bruce Springsteen: Atlantic City) :: info ::
- The Like (Elvis Costello: You Belong To Me) :: info ::
- Yeah Yeah Yeahs (The Ramones: Sheena Is A Punk Rocker) :: info ::
- Franz Ferdinand (Blondie: Call Me) :: info ::
Na última semana em NY tive uma saudade absurda de São Paulo. Não que tivesse rolando uma conatgem regressiva, mas não estava nem um pouco triste de voltar pra cá.
Minha casa, calor, amigos, enfim… a vida que é minha, rotina, segurança de fazer o que quer porque conhece bem o terreno. Mas nada que eu pudesse conquistar também em NY.
Mas, acabei de entender do que eu sentia tanta falta. Meu lado lésbica acabou de se manifestar, e disse que, meu Deus, a mulherada no Brasil é foda. E não to falando da sexy garota da praia, carioca, bronzeadona, mini-saia. To falando das paulistas mesmo, que não ficam horas torrando no sol, são magrinhas, delicadas e interessantes.
A mulher mais bonita que eu vi em NY nesses dois meses foi uma francesa. A única que eu quis ficar era do Casaquistão – ela era bem bonita, de verdade. Quase tive um treco quando ela contou.
Aí, hoje, dia de sol em São Paulo, calorzão na Paulista na hora do almoço. Estou voltando da perfumaria – o que quer dizer que serei vermelha em uma hora – vem uma mulher linda, estonteante, e namorada do meu amigo, que eu não via a mais de um ano. Ela é baixinha, toda pequenininha, super delicada. Estava num vestido que parecia uma camisa azul claro e branco (xadrezinho), com as bochechas vermelhas, cheia de manchinhas por causa do calor. O cabelo preso num coque, já com uns fios se desprendendo. Era como se as pessoas abrissem caminho pra ela, de tão linda.
Ela me viu, abriu um sorriso e me deu um oi. Ganhei meu dia.