Escravo da Rosa


Capitu, é? Beirut, Bentinho…
14 Fevereiro 2009, ---
Arquivado em: Literatura, Music makes people come together | Tags: , ,

Esse post era pra falar de uma coisa, acabou em outra. Mas quase tudo por aqui é assim.

Olha, eu não sei o que aconteceu enquanto na minha tv passava Sex & The City. E como o Fábio estava de férias, fiquei sem saber das notícia da daqui.

De qualquer forma, Capitu, para mim continua sendo a amada de Bentinho em Dom Casmurro.Mas se você achou o DVD (uma história que eu não entendi direito), me empresta que eu quero ver.

Mas eu to falanso disso aqui porque Elephant Gun, do Beirut, faz parte da trilha sonora, né? Entendi porque tem tanta gente elogiando.

De qualquer forma, se você não leu Dom Casmurro, leia. Faça esse favor a você. Obra-prima da literatura brasileira, absurdamente inteligente, fluida, que dá vontade de ler de novo. Daqueles livros que dá vontade de entrar na história e brigar com o personagem e se chora no fim. Como pode uns amores acabarem assim, né…

Me dá raiva de Bentinho. Indenpendente da atitude de Capitu, de ser verdade mentira, falsidade, sei lá. Mas Bentinho é do tipo que se boicota. Porque ele chega a aquela situação porque quis, porque não enxergou um palmo a frente do nariz, porque não conhecia a pessoa com quem convivia desde a infância. Ou pior, conhecia, mas preferiu a paranóia. É Bentinho, ser feliz dá trabalho e é preciso coragem. Você era preguiçoso e medroso. E eu repudio pessoas que tem medo de ser feliz…

Numa outra oportunidade, falo da Capitu.



Para um feliz dia dos namorados

Sim, it’s Valentine’s day all over the world. Todas as escolas de inglês no Brasil estão comemorando. O facebook oferecia a possibilidade de você mandar um presente virtual que seria entregue no primeiro minuto do dia 14. Nenhum dos meus 8 namorados se pronunciaram até agora.

Entretanto, Juliano Zappia, que sabe da minha paixão por curtas e crianças, me indicou ontem um vídeo. E achei apropriado para hoje. O filme ganhou a versão australiana do Tropfest, o maior festival de curtas do mundo (segundo eles mesmos). Eles abriram até uma “filial” em NYC.

Voltando ao filme, a própria diretora corria atrás de um menino quando era criança usando um vestido de noiva – que na verdade, era a camisola da mãe. Eu disse que as experiências pessoais rendem as melhores história. Sugestão: assista até o fim. É muito bonitinho, de verdade. São 6 minutos da sua vida bem gastos.

Would you marry her?

Posso falar que eu quero muito ir pro Tropfest?