Arquivado em: Pra onde esse post vai?
Faz tempo que eu não falo de nada, né? Vamos lá…
Sabe porque a gente sabe que é jornalista? Porque adora um fechamento de madrugada, porque se diverte na correria, porque faz um editorial mesmo não sendo o editor em 15 minutos. Musiquinha, cerveja e pressão. O que mais a gente quer da vida? Gente, eu adoro fechamento na madrugada, fato.
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Será que todo mundo olha para o céu em São Paulo todo dia? Deveria ser exercício diário, porque vira e mexe tá lindo, como agora por exemplo. Olhe pela janela.
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Já percebeu que quando você sonha ou se apega a alguém parece que o mundo te manda sinais o tempo todo? Então, isso está acontecendo comigo com relação ao Lucas Fresno. Uma mina que eu sigo no twitter também sonhou com ele, a minha mãe falou sobre ele e o cqc o entrevistou na segunda. Tá bom, Lucas, enought is enought, sai da minha vida. Ah, o Te Dou Um Dado fez um post sobre o namoro dele.
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Eu descobri que o mundo começou em Matão. Porque?
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E o que liga é o show do Wando na Virada. Vamoaê?
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Acabou!
Arquivado em: Jornalismo, Music makes people come together | Tags: Orgânico, Pulsar, Sonic Junior
Opa!
Eu contei que cumprimentei assim o Thom York e cia num sonho? Te contei que o protagonista foi o Lucas Fresno? Não, né… fiquei com vergonha de contar aqui. Mas vamos ao que interessa...
Mas isso não tem nada a ver com o que eu vou contar. Talvez eu, infelizmente, nunca tenha citado aqui um dos meus músicos brasileiros favoritos, o Sonic Junior. Para ter ideia, ficou entre as minha músicas favoritas em 2006, com Pulsar, que na verdade é de um disco de 2005. Quem me conhecia me viu cantando em algum momento.*
Aí, em 2007 ele esteve na Europa (até no Lowlands) e em 2008 nem ouvi falar dele. Mas, estava na Augusta dia desses e recebi um flyer falando do lançamento do novo CD.
Saí correndo ao MySpace dele, e sim, está de volta com o disco Orgânico. O mesmo eletrônico de 2006, com uma letrinha mais que fofa em Sua Pele. Eu não entendo muito de eletrônica, mas é uma delícia. Uma coisa meio lounge melhor, com influências claras de dub, e muita coisa de Brasil, principalmente em Vou Me Renovar. De novo, que letrinhas!
Por enquanto, só dá pra ouvir na página. Então, aqui vai Pulsar.
Então, a diversão é garantida na Virada Cultural, já que ele vai tocar no Sesc Santana, às 17h.
Arquivado em: I love it, Jornalismo, Music makes people come together, New York | Tags: 1949-1987, Andy Warhol, Andy Warhol: The Record Covers, NYTimes
Qual o trabalho mais conhecido de Andy Warhol? A capa do disco do Velvet Underground! E as fotos coloridas da Marilyn Monroe!
Mas, dizem por aí que Warhol fez mais que isso. Incluindo filmes, telas e outros trabalhos visuais.
Na última semana, o NYTimes fez uma matéria sonbre as capas de discos que Warhol criou, e não foram três ou quatro: calcula-se algo em torno de 50.
De acordo com o jornal, não são capas apenas de rock, estilo ao qual era bem ligado, mas existem capas de jazz e, hã, música clássica. Tudo isso está reunido no livro “Andy Warhol: The Record Covers, 1949-1987”. Tudo começou quando o autor, Paul Maréchal, achou em 1996 o disco The Painter, de Paul Anka, e de cara percebeu que era um trabalho de Warhol. Procurou o Andy Warhol Museum e eles lhe enviaram 23 capas de álbuns que eram oficialmente de Warhol. Maréchal começou uma pesquisa em Londres, Montreal, Toronto, New York e Los Angeles e descobriu outras…. 28 capas. Ou seja, Warhol fez mais 50 capas de disco além daquela do Velvet. E mais duas que foram descobertas depois do lançamento do livro.
A trajetória de Warhol como principal artista plástico e filmmaker e principal nome da Pop Art é bem conhecida. Mas Warhol não nasceu famoso, não é? E o que pouca gente sabe é que suaq carreira nas artes começou como desenhista de capas de discos.

Quando Warhol chegou a Nova York, os LPs começavam a conquistar espaço no mercado. Ele tinha acabado de ser formar em arte e procurou emprego nas gravadoras. Seu primeiro trabalho foi na Columbia Records, onde seus trabalhos já mostravam traços do que seria anos mais tarde. Essa experiência de Warhol nos disco serviu para que ele experimentasse coisas que funcionariam ou não no que seria a Pop Art.
Quem sabe seu avô não tem aí um vinil que Warhol desenhou?!
Arquivado em: Music makes people come together | Tags: Buddy Guy, Cat Power, Come On In My Kitchen, Good Woman
Só me falta sonhar com ela, meu. Eu não mereço.
Mal sei quem é a Josi, não acompanhei esse BBB, mas essa foto PB da capa é incrível!
Fazia tempo que uma capa não me chamava a atenção, viu. Mandaram muito bem!
Arquivado em: I love it, Music makes people come together | Tags: The Smiths, This Charming Man
Fim de noite. Workshop da Soma. Produtivo. Encontro com vadão e Gustavo.
Musiquinha para animar. Não fiz tudo o que precisava,
Rapidinho, ritmo de notinha.
Conseguiu ver Garapa? Nem eu. Mas, você poderá ver em maio, no dia 29, quando estréia no circuito comercial. Enquanto isso, circula nos festivais.
Aí, liguei pra assessoria de imprensa para pedir uma cópia pra Jungle que agora me deixa fazer resenhas.
- Oi João, tudo bem? A Jungle queria uma cópia pra resenhar, já que a gente não sabe quando o filme vai entrar em cartaz, tal.
- Olha Tainá, eu entendo que você queira a cópia, é normal. Mas o Padilha não libera, né… Você sabe o histórico.
- Putz, pergunta idiota, né? É óbvio que não tem cópia disponível.
- Não, nem é óbvio assim, geralmente tem, mas esse eu não vou conseguir.
- Entendo perfeitamente. Eu também não daria.
E eu falo mal de jornalista que faz pergunta idiota.
Dica do Bruno Castro, parceiro de festa – vira e mexe a gente se encontra. Saudade!
Fui entender quem era Jenifer, e descobri que ela tem uma carreira de sucesso na França desde 2002, quando seu primeiro cd vendeu mais de 1 milhão de cópias.
Daí a vendas foram caindo:
2002 – Jenifer – 1.000.000
2004 – Le Passage – 500.000
2005 – Jenifer Fait Son Live (ao vivo, dãh) – 100.000
2007 – Lunatique – 250.000
Do Lunatique, álbum que voltou a levantar as vendas de Jenifer, saiu o single Tourner ma page. Agora, me diz se a Wanessa não abriria um show dela aqui no Brasil. Paris não é mais a mesma, senhores.
Arquivado em: Filminhos, Jornalismo, Music makes people come together | Tags: Douglas Hart, Sea Within A Sea, The Horrors
Vídeo de um mês atrás, mas é o mais incrível que eu vi nos últimos tempos. Vamos la: The Horrors, a banda que salvou o rock, de acordo com Lúcio Ribeiro.
O sonho da minha vida é um dia fazer um vídeo assim. A música é a melhor anos 70 que se fez desde os anos 70, a iluminação inspirada em Warhol é a melhor desde Warhol e a banda vai lançar o melhor disco de 2009. Tá, posso estar exagerando, mas é a primeira coisa que se pensa assistindo ao vídeo, nos primeiros 2 minutos. Uma locação, sem atores.
Curiosidade: o vídeo foi dirigido pelo primeiro baixista do Jesus and Mary Chain, Douglas Hart. Tenso.
Arquivado em: Love is in the air everywhere I look around, Music makes people come together, New York | Tags: Bon Iver, Dance Dance Dance, Likky Li, Skkiny Love
O mundo se rendeu a ele no ano passado. Febre entre os que dispensam a agitação e gritaria, não teve um site especializado ou revista que não comentasse como For Emma, For Ever Ago, primeiro disco de Justin Vernon (verdadeiro nome de Bon Iver) era genial, bonito, etc. Trilha de House, Gray’s Anatomy
E sei lá se por causa da barba, se por causa do bode de Folk com a explosão do estilo por aqui ou que diabos foi que nem quis ouvir o cara. Rendida, fui lá saber o que era e continuei não gostando dele. Justo.
Pode jogar pedra, eu desvio. há!
Mas o disco é bom sim. O que exatamente eu não gosto? Não sei. O que eu gosto? Bem, a linda (de doer o coração) Blindsided e o hit (minha concepção de hit anda mundando) Skinny Love.
I told you to be patient
I told you to be fine
I told you to be balanced
I told you to be kind
In the morning I’ll be with you
But it will be a different “kind”
I’ll be holding all the tickets
And you’ll be owning all the fines
ps: no começo desse ano, Bon Iver lançou EP Blood Bank, lançado no começo de 2009. Podia muito bem estar junto com For Emma…
Agora, quer ver uma coisa fofinha? Olha ele cantando com a Likky Li uma música dela.
Só não vale usar essa música pra mentir pra quem ama você, ok?