Escravo da Rosa


Lulina no Folk This Town. Imperdível!

Me explicou a própria que vai ser só voz e violão. Num domingo a noite, nada melhor, né?

folkthistown lulina

Folk This Town com Lulina e Leão
Bar B
Rua General Jardim, 43 (a 100m do metrô República) Tel: 3129-9155
Dia 10/05 (domingo)
A partir das 19h (Primeiro show a partir das 20h)
Entrada: R$ 7,00

Saiba sempre das festas Folk This Town aqui.

Folk This Town com Lulina e Leão
Bar B
Rua General Jardim, 43 (a 100m do metrô República)Tel: 3129-9155
Dia 10/05 (domingo)
A partir das 19h (Primeiro show a partir das 20h)
Entrada: R$ 7,00


Something about the perfect night.

- What could make you happier than this?
- Maybe see this in UK in a big festival.



It’s just rock’n roll

Como serão os shows no Brasil? “Como serão? Serão shows do Oasis. Direto ao ponto, rock and roll na cara.”, disse Liam a ao um jornalista da Folha. Ele esqueceu de mencionar a chuva.

E o que você esperava mesmo? Uma das maiores bandas do planeta não poderia fazer nada menos do que o show que aconteceu em São Paulo há duas horas atrás. Com o set list igual ao do Rio e muito próximo do que vem sendo a toda a turnês, os Gallagher e seus empregados companheiros de banda levaram pelo menos 17 mil pessoas ao Anhembi hoje. Esses são os números da Polícia Militar, mas a organização do evento conta 21 mil ingressos vendidos até ontem (e mais uma boa venda hoje).

A abertura foi do Cachorro Grande, que para variar, disse ser a maior fã do Oasis. Alguém, tipo o Beto Bruno, já me disse que eles também eram os maiores fãs do Interpol, quando abriram para os americanos em 2007. E da-lhe chuva, Jesus. A culpa foi de umas meninas que fizeram a dança da chuva no antes do show, embaladas por um dj horrível. As discotecagens entre shows esse ano está péssima, né, Brasil.

A apresentação do Cachorro Grande teria tudo para ir bem, se não fosse a chuva. Com um público que está ansioso para uma outra apresentação, disputar a paciência com a chuva é um desafio maior. Não se ouvia uma platéia animada, mas também não se ouviu vaias ou alguma desaprovação. Particularmente, eu preferi ficar na sala de imprensa esperando a chuva passar, como a maioria dos jornalistas.

Intervalo, e chuva. Não torrencial, como em 2006, mas bem forte. O suficiente para os ambulantes conseguirem vender capas de chuva a R$10,00. A câmera precisava de uma, mas a gente muito deixou pra lá.

22h. Oasis entra no palco e começa, para variar, com Rock’n Roll Star. Porque provavelmente eles abriram com essa música todos os shows da vida deles, ou pelo menos os 3 que eu vi. Liam continua cantando com se curvando para cantar “debaixo para cima”. Quem já viu entende.

Aí, foi o festival de músicas incríveis, de sorrisos de Noel e a cara fechada de Liam. Noel estava mais simpático que as outras vezes e Liam estava claramente de mal com a vida. E a relação dos dois está claramente balançada. Conversou com o público, mas nada especial. Ameaçou parar o show depois de (quase) ser atingido por uma garrafa d’água. O coitado que jogou quase foi linchado, afirmam fontes.

Fecharam a primeira parte com Supersonic. Bis com quatro músicas, terminando com I’m The Walrus. Liam foi para o lado em que Noel fica do palco, enquanto esse se afastou. Como sempre, Liam sai primeiro, aí a banda vai deixando o palco aos poucos. Um show com nada de novo, além das músicas do novo disco, mas nem precisava. Porque Oasis é Oasis em qualquer lugar, com qualquer humor, mesmo com chuva (que parou no show principal. há)

Liam, aka Deus.

Liam, aka Deus.

Posso comentar? Estava procurando um bom lugar, um bom ângulo para ver o show assim que chegamos. Aí, um cara me diz: sua beleza é selvagem. Isso porque a gente não usava identificação do veículo.

Amanhã ou segunda sai um texto decente. bjmeliga