Escravo da Rosa


Três bandas do coração

Todas valem mais que a pena…



Quem aí quer um namorado?

Opa! Tá procurando um amor novo? É uma pessoa séria, procurando um namorado, alguém fiel, companheiro, etc?!

Então tá.  Neste fim de semana não perca a passeata do Movimento dos SEM Namorados, que acontece neste fim de semana no Rio de Janeiro e em São Paulo.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 53 milhões de solteiros. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro tem cerca de 33% da população nesta situação. Quem sabe em 53 milhões de pessoas você não encontra sua cara metade? Mais fácil que em uma balada miada!

Para saber mais, ou pelo menos se divertir:
www.movimentodossemnamorados.com.br
http://twitter.com/semnamorados

Se você realmente se interessou, vai lá:
17 de maio, 15 horas.
Parque do Ibirapuera
Marquise (perto do MAM). Portão 3

E como diz Tom, é impossível ser feliz sozinho…



Felizes para sempre
14 Maio 2009, ---
Arquivado em: Love is in the air everywhere I look around | Tags:

O Dani e a Pati vão se casar no próximo sábado. Eu fiquei feliz como se fosse madrinha, mas não dá para negar a frustação.

Conheci o Dani em 2003 e ele já namorando a Pati. Os dois já estavam há um tempo juntos e não se casaram antes porque ele se mudou devido a uma proposta de emprego, coisas do tipo. Mas sempre souberam o que queriam, fizeram planos, etc. Na época, eu namorava e esperava a hora de também fazer esses planos.

O Dani é foda e eu fico feliz por ele.

Mas sempre que a gente sabe de acontecimento desse tipo, a gente se questiona.

Posso contar desde então, por cima, 5 amores na minha vida. Eu fiz esses mesmos planos, tive a mesma certeza que moveu o Dani e a Pati até agora sobre 5 pessoas diferentes. Além dos casos e paixonites.

Claro que cada um construiu diferentes sonhos, mas eu acreditei sinceramente que cada uma delas seria para sempre. Sempre viamos (ou eles diziam ver também) futuros lindos, de dividir a mesma casa, de morar em casas separadas mas que fossem lado a lado, para o que nossos filhos pudessem ter acesso fácil à casa do pai. Pensamos em banheiros verdes, no teto de vidro do corredor para aproveitar a luz natural. Discutimos o que poderiamos aprender a cozinhar para os almoços de domingo, fizemos parcerias em momentos dificeis, tccs e vestibulares. Dividimos músicas e mais músicas e ele me provou que “em tempos de JUCA tudo fica mais fácil”. E ele me fez separar coisas para o que seria nossa casa.

Ilusão. Sempre a maior ilusão. Me sinto obrigada a apoiar uma amiga que está de namorado novo. Ela se pergunta várias vezes: quem vai se fuder nessa história? Ele ou eu? A única coisa concreta é que alguém vai acaba mal, porque o resto é somente ilusão, fantasia. E depois de tantas desfeitas, a gente cansa de construir outras.

Aí, eu penso no Dani e fico realmente feliz por ele, que não sabe que me joga na cara o fracasso do amor.