Tá sem nada pra fazeer? Cola lá!

Quando os ponteiros se encontrarem à meia-noite do próximo sábado (dia 16), na Livraria da Esquina, uma nova festa promoverá a renovação do entretenimento baseado em música.
Longe de ser noite temática ou resgate histórico, Baile Esplendor reflete sobre os tempos atuais ao lançar olhar retrospectivo para os solares anos 30, época que também passava por instabilidades econômicas e alterações tecnológicas de grande porte.
Embalada pelo frenesi do swing-jazz, a potência das big-bands e o groove primal que originou grande parte da música dançante do século XX, a festa une as maestrias de Cab Calloway e Duke Ellington ao experimentalismo de Matthew Herbert e Señor Coconut, a suavidade dançante dos Oito Batutas e a gafieira moderna da Orquestra Imperial.
O misterioso quarteto Conjunto Seleções e o sexteto Heitor & Banda Gentileza, de Curitiba, aposta da Alavanca para 2009, são desafiados a criar show único, usando força autoral para adaptar suas composições à atmosfera do evento.
Baile Esplendor, afinal, aposta em versatilidade, imprevisibilidade e originalidade, características que são exigência nos dias de hoje. Com concepção de Diego Franco, Pamela Leme e Stephanie Fernandes, é resultado de uma inquietação com os formatos tradicionais de festas e shows realizados atualmente.
Com que roupa eu vou?
Além da música discotecada e das bandas, o próprio público é incentivado a contribuir por meio do exercício da elegância, valor fundamental da noite. Elegância na ação, na dança e nas roupas – longos e ternos a serviço do estilo pessoal mas, sobretudo, a serviço do clima coletivo, único do Baile Esplendor.
Para incentivar, os 50 mais garbosos experimentam de graça um dos três drinques preparados especialmente para a festa, ambos populares na década de 30: Orange Blosson (a base de gin, vermute e suco de laranja), Pegu Club (coquetel com gin, sucos cítricos e Angostura) e Bolo Cocktail (rum, sucos cítricos e Angostura); os drinques serão vendidos durante toda noite pelo preço especial de 5 reais.
A reunião desses elementos – discotecagem inusual, música ao vivo em formato ousado e público movido à elegância – resulta na criação de uma zona autônoma temporária de gala e garbo; afinal, a maior pretensão do Baile Esplendor. E ainda gera um recado: mesmo em tempos de incerteza como o atual, o baile segue. E segue melhor.
Baile Esplendor: Quando Os Ponteiros Se Encontram À Meia-Noite
Shows: Conjunto Seleções e Heitor & Banda Gentileza
Discotecagem: Diego Franco, Pamela Leme e Stephanie Fernandes
Sábado, 16 de maio, a partir das 23h
Livraria da Esquina: Rua do Bosque, 1.254 – Barra Funda – São Paulo, SP
R$ 10 (aceita todos os cartões)
Estacionamento conveniado
(11) 3392-3089
Quando os ponteiros se encontrarem à meia-noite do próximo sábado (dia 16), na Livraria da Esquina, uma nova festa promoverá a renovação do entretenimento baseado em música.
Longe de ser noite temática ou resgate histórico, Baile Esplendor reflete sobre os tempos atuais ao lançar olhar retrospectivo para os solares anos 30, época que também passava por instabilidades econômicas e alterações tecnológicas de grande porte.
Embalada pelo frenesi do swing-jazz, a potência das big-bands e o groove primal que originou grande parte da música dançante do século XX, a festa une as maestrias de Cab Calloway e Duke Ellington ao experimentalismo de Matthew Herbert e Señor Coconut, a suavidade dançante dos Oito Batutas e a gafieira moderna da Orquestra Imperial.
O misterioso quarteto Conjunto Seleções e o sexteto Heitor & Banda Gentileza, de Curitiba, aposta da Alavanca para 2009, são desafiados a criar show único, usando força autoral para adaptar suas composições à atmosfera do evento.
Baile Esplendor, afinal, aposta em versatilidade, imprevisibilidade e originalidade, características que são exigência nos dias de hoje. Com concepção de Diego Franco, Pamela Leme e Stephanie Fernandes, é resultado de uma inquietação com os formatos tradicionais de festas e shows realizados atualmente.
Com que roupa eu vou?
Além da música discotecada e das bandas, o próprio público é incentivado a contribuir por meio do exercício da elegância, valor fundamental da noite. Elegância na ação, na dança e nas roupas – longos e ternos a serviço do estilo pessoal mas, sobretudo, a serviço do clima coletivo, único do Baile Esplendor.
Para incentivar, os 50 mais garbosos experimentam de graça um dos três drinques preparados especialmente para a festa, ambos populares na década de 30: Orange Blosson (a base de gin, vermute e suco de laranja), Pegu Club (coquetel com gin, sucos cítricos e Angostura) e Bolo Cocktail (rum, sucos cítricos e Angostura); os drinques serão vendidos durante toda noite pelo preço especial de 5 reais.
A reunião desses elementos – discotecagem inusual, música ao vivo em formato ousado e público movido à elegância – resulta na criação de uma zona autônoma temporária de gala e garbo; afinal, a maior pretensão do Baile Esplendor. E ainda gera um recado: mesmo em tempos de incerteza como o atual, o baile segue. E segue melhor.
Baile Esplendor: Quando Os Ponteiros Se Encontram À Meia-Noite
Shows: Conjunto Seleções e Heitor & Banda Gentileza
Discotecagem: Diego Franco, Pamela Leme e Stephanie Fernandes
Sábado, 16 de maio, a partir das 23h
Livraria da Esquina: Rua do Bosque, 1.254 – Barra Funda – São Paulo, SP
R$ 10 (aceita todos os cartões)
Estacionamento conveniado
(11) 3392-3089
Adele ganhou o Grammy como revelação do ano passado. Mais que merecido. Com hit Chasing Pavements conquistou a Inglaterra e depois lançou seu disco 19 – Adele tinha 19 anos na época. É a voz mais linda que surgiu ano passado, que conquistou o coração do Escravo.