Arquivado em: Music makes people come together, New York | Tags: Bacardi B-Live, Santigold
A Bacardi hoje é uma das empresas que mais está antenada com a música. Começaram patrocinando show, cresceram para festivais e grande eventos, até lançarem um EP do Groove Armada, no começo do ano.
Esse ano, eles fazem um festival de verão que roda várias cidades dos Estados Unidos, o Bacardi B-Live Summer Music Events.
Olha o line-up:
MSTRKRFT (pronuncia-se Masterkraft, há, e que já esteve aqui num Skol Beats maravilhoso). Tiga, Matt and Kim (que vem na popload gig), Diplo e… Santigold. E mais alguns, que eu não conheço.
Nem preciso falar aqui o quanto eu queria ver Santigold – e que ela não fez um show enquanto eu estava há poucas estaçoes de metro dela.
O Festival passa por 22 cidades, incluindo Nova York e Los Angeles.
Uma pequena questão: quem disse que não dá mais para fazer dinheiro com música?
Arquivado em: Filminhos, Music makes people come together | Tags: grinderman, Nick Cave, Pitchfork TV, the bad seeds
O Pitchfork.tv é o canal vídeos do Pitchfork, mais que referência para quem curte música. E toda semana eles colocam um filme em cinco partes que podem ser vistas no site – o problema é fica disponívcel somente naquela semana.
Já falei aqui uma vez do filme com o duo The Kills. Esta semana é do mais que necessário o filme sobre o Nick Cave.
O Nick Cave é o cara mais fetiche do mundo, líder do Grinderman (melhor videoclipe de 2007, na minha opinião) e do Nick Cave and The Bad Seeds (dãh), é um dos caras que mais tem história no mundo do rock. Com isso que quero dizer que ele já era o Nick Cave antes d’eu nascer e eu já não sou uma adolescente.
Quem conhece o Berlim, ali na Barra Funda? O cenário me lembra muito a casa. E eu meu sonho é ver um show do Nick Cave assim.
I got a new virtual friend. And we were talking today about his broken leg and he told me saw Alien x Predator at the hospital. I said, as you might know, my dear reader, that I would never watch a film like that, not even sick. And as some of you wanted me to right more, I’ll tell you why I’d never watch that film. But in portuguese.
O mundo pode ter achado que o cinema ia acabar com a TV ou o rádio, e não acabou. A internet ameaça, como faz todos os outros veículos de comunicação, mas nada confirmado. De uma coisa, meu bem, eu tenho certeza: o cinema não acaba.
Pode até passar por mudanças drásticas, trocar de plataforma, ser distribuido de outras forma, sei lá o que. Mas acabar, não acaba. Posto isso, o post:
O cinema é arte, fato, e isso faz com que nos dê experiências únicas. Como uma música que emociona ou um quadro que faz a gente viajar. Mas o cinema, talvez pela duração de um filme e construção mais complexa, consegue chegar mais fundo nas nossas emoções.
Qual é o filme que mais te fez chorar? Ou o que mais te fez rir? Qual o filme você queria ter vivido?
Um filme te transporta para um universo paralelo, completamente estranho ou não. As vezes, você pode se identificar com uma história ou um lugar – quem não se viu andando na Paulista e pensando no amor como Marco Ricca e Alice Braga em A Via Láctea? Ou para épocas bem diferentes, como em Casablanca?
Você jura que mesmo que estivesse feliz da vida, não teve vontade de chorar com Jim Carrey na abertura de Brilho eterno de Uma Mente sem Lembranças? Então, tá.
Porque um filme é sempre feito de personagens que pensam, sentem, tem dramas e problemas e alegrias como a gente. E mesmo que se tente esconder, todos tem dúvidas, questionamentos e vitórias – mesmo que sejam pequenas vitórias pessoais.
E mesmo que você esteja absolutamente feliz, você sabe que um dia seu amor pode acabar e você vai chorar como Joe chora em Brilho Eterno.
E a inveja que dá de quem consegue perdoar, de quem vive um grande amor, de quem aprende alguma coisa nessa vida louca. Sabe Simplesmente Amor? Um filme médio, e só. Sem grandes movimentos de câmera, sem um roteiro absurdamente elaborado. Mas personagens reais que se apaixonam, que vivem dois anos tentando se aproximar de quem amam e que vivem os amores mais diferentes. Dá para se identificar com quase todos aqueles personagens.
E cinema é a coisa que mais consegue tocar as pessoas, por isso desperta esse fascínio. Porque mesmo que aquele personagem não seja você, não tenha nada a ver com a sua vida, ele externa sentimentos – e esses são universais.
Porque se você assiste ao Hugh Grant indo atrás da secretária no suburbio de Londres e não te dá nem vontade de ligar pra alguém, você é doente.
Mas aí, tem a dor que alguém sente quando perde um filho, como Clint Eastwood em Menina de Ouro, ou as batalhas que a gente perde e vence na vida, como Sean Penn vivendo Harvey Milk. E, obviamente, todos aqueles conflitos que a gente tem durante a vida inteira, e que cedo ou tarde acabam se resolvendo, chegando a um ápice e depois suavizando.
Vou transformar minha vida num filme. Quem quer dirigir?
Ah, sim. Fiquei de dizer porque nunca assitiria Alien X Predador. Primeiro, porque eu não me identifico com um monstro, apesar de ter gente acha isso. Segundo, porque como o cinema é uma experiência que me transposta para dentro da história, eu fico realmente com medo do monstro, força do mal, extra-terrestres, etc. A tensão é tanta que eu sonho depois, tenho quase um ataque cardíaco, levo sustos absurdos. Fui assistir Jurassic Park no cinema e foi a última vez que Rachel viu um filme comigo. Ela ficou com mais medo de mim que do dinossauro, tamanho o pânico da garota.
That’s it. Amanhã eu começo na Caras e seja o que Deus quiser, né?