Escravo da Rosa


Vinil de Veludo VI

Olá, olá.

Sabemos que estamos atrasadas, mas saiu mais uma ediçao do Vinil. Desculpe pela falta de acento, mas me emprestaram um Mac para fazer este post, posto que o meu está sem bateria… Enfim, este post é para ouvir, né? Entao, tá.

Nesta ediçao, que foi gravada duas vezes, fazemos um especial folk. Gravada duas vezes porque Stefanie e eu pensamos nisso num dia antes de sair para a balda e resolvemos gravar na hora que chegassemos. O problema foi o estado em que chegamos e gravamos. Juro que na ediçao se aproveitava pouca coisa. Resolvemos regravar por respeito ao ouvintes, ok?

Outra coisa: gravamos antes da morte de Michael Jackson. Por isso nao há mençao. Mas obviamente estamos tristes, acabadas, desoladas, pensando que o mundo vai der diferente daqui em diante. Sim, ele mudou o mundo, nao finja que é só mais um.

Enfim, o Vinil. Há duas ou tres semanas atrás, um garoto de Glasgow chamado Paolo Nutini lançou um disco que foi parar  na primeira posiçao da parada no Reino Unido, e isso nao é para qualquer um. Temos duas músicas dele, Coming Up Easy e Worried Men.

E, obviamente, um podcast Folk nao poderia deixar Bob Dylan de lado. Assim, abrimos com ele cantando uma música de seu último álbum, Together Through Life, Beyond Here Lies Nothing.

Ah, e agora, o vídeo da música do Bod Dylan que a gente promete. Pessoas sensíveis, evitem, ok?

Baixe essa ediçao aqui. Ouca as outras aqui.



Pra salvar minha vida

Feist e Wilco juntos, cantando You and I,  música que está no último disco da banda.



fica! aqui?!
18 Junho 2009, ---
Arquivado em: Love is in the air everywhere I look around

Amor, perca a chave, fique mais um pouco, umas horas e só.
Xuxu, veja nossa família na Bahia, num ano de sossego que planejei pra você.
Vamos para onde? Fim de semana em casa, festa em casa, cinema (em casa)?
Massagem, carinho, dormir abraçado. uhmmm… saudade da sua preguiça de manhã.

quem ficaria horas olhando você dormir?



15 Junho 2009, ---
Arquivado em: I love it

Hoje meu pai completaria 50 anos.



for the everyday pain
12 Junho 2009, ---
Arquivado em: Love is in the air everywhere I look around

Só porque todos os dias eu tenho vontade de te bater até você morrer. Porque eu queria bater a sua cabeça na parede até ter certeza de estar rachada.

Porque eu quero te pegar no colo e cuidar de você como se fosse a coisa mais importante da minha vida. Porque eu ficaria por horas vendo você dormir. Pra sempre.

Make me stop.



Cigarro, meu tema recorrente.
11 Junho 2009, ---
Arquivado em: Eu fumo! | Tags: ,

Você vai para o Juca? Ótimo, é meu último Juca, mas eu nem cogitei ir – cogitei por um momento, mas passou. Duas coisas: passei da fase e tenho tcc para fazer. Eu poderia ter viajado, ter iso ver mamãe, ter me oferecido para o fechamento da revista domingo, sei lá. Mas não, vou ficar aqui fazendo tcc. 12h14. Só volto a olhar internet quando tiver 12 mil caracteres pelo menos. Essa entrevista deve render isso.

Mas vamos falar de cigarro. Cada vez que eu ouço uma entrevista me dá vontade fumar. Não sei se é a repulsa ou a raiva ou a pretensa vontade do fumante de ficar bem mesmo sabendo que eu fumo. A primeira coisa que eles me perguntam é isso. A segunda é se eu quero parar, e quando digo que não, porque eue não me esforço mesmo para largar o cigarro, eles ficam certa raivinha. Todos eles, mesmo tentando disfarçar e dizendo que o azar é meu. Um deles fala disso, e eu achei que foi um dos mais sinceros. Parece que não, mas eu respeito e admiro muito quem toma essa decisão. A cada entrevista fica mais claro o quanto as pessoas podem sofrer para conseguir largar o cigarro. A questão é sempre a mesma: como que deixo que algo tão estupido tenha poder sobre mim a ponto de eu não conseguir larga-lo?

Sabemos de pessoas que largam seus empregos porque não estão contentes com ele. Que largam casamentos de anos porque não estão satisfeitos. Pessoas mudam de cidade, de vida, profissão. Mas tem que não consiga parar de fumar. Sabe o que é algo tão ridiculamente insignificante, pequeno, dominar a sua vida de tal forma que não se vive sem isso? Cigarro, amigo, cigarro.

Meu tcc é isso. Como as pessoas conseguem vencer um inimigo tão bobo.

Estou pensando se saio para comprar cigarro agora ou mais tarde. Se vou ao supermercado comprar um pacote ou contento com a banca.

Ou se paro de fumar.

12h27



9 Junho 2009, ---
Arquivado em: Love is in the air everywhere I look around | Tags: ,

Dói todo dia. Mas em outros é dilacerante.



Vinil de Veludo V

Demoramos, né? Mas conseguimos.

Esta edição do Vinil está ótima. Eu falo as maiores besteiras do universo, mas as músicas são ótimas. Em sua 5a semana, o podcast curte a fossa. Começamos com Yeasayer e a música Forgiveness, que não é tão depressivo assim. Depois, tocamos Beirut, com The Akara, torcendo para eles virem ao Brasil. Fechamos com lenços a postos: Bon Iver cantando Blindsided. Engula o choro e vamos lá.

No final, rimos um pouco com Maguila, Stephanie Diva e possível fim do Juca. Escreva para a gente no email vinildeveludo@gmail.com. Contamos com a sua participação, ok?

Baixe aqui. E ouça os outros aqui.



Popload Gig hoje. De Deus, não perca.

Continuando meus motivos….

Mickey Gang. Eu continuo gostando mais de Mickey Junkies, mas os mocinhos tem seu valor. E tudo para estourar na Europa. Então não espere até eles serem bombados como CSS pra conseguir ver só no Planeta Terra um show que você pode ver hoje e tem tudo para ser mais legal do que num festival monstro.

No quesito música, eles tem uma genial, que se chama I was born in the 90s. Se você também entende o que é ser mais novo que o resto do mundo, ouça. A gente até queria coloca-los no Vinil, mas nem responderam pelo myspace ou email. Povo hypado sabe como é.

Aí, vem um The View, principal atração do festival. E um dos discos que eu mais ouvi em 2007, Hats Off The Buskers. Aqui, viraram hit Same Jeans, que dá vontade de dançar horrores, e mais umas duas. Estão lançando agora um disco novo, Which Bitch?, que é bem mais tranquilo e mais maduro que o primeiro. Bom, mas nem tanto. Mas o álbum vale por 5 Rebeccas. É a música do fim de semana. Na verdade, o disco é bem bom, viu…

Mas vamos de Same Jeans – clipe simples mas bem legal. Refletia bem a banda naquela época. E deve ser bastante do que vamos ver hoje.

Serviço:

Clash Club,
Rua Barra Funda, 969
de acordo com a organização, começa pontualmente as 20 horas.
3661-1500
www.clashclub.com.br
R$ 100,00 (R$50,00 para estudante)



Z Rock inova a publicidade – ainda bem
7 Junho 2009, ---
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Entre todas as coisas que eu quis ser na vida – pensei em ter quase todas as profissões, juro – publicitária foi uma opção forte. Mas achei que não tinha talento suficiente acabei deixando de lado. Mas é um assunto que vez ou outra me interessa.

Hoje, finalmente tendo um tempo para ler as coisas que eu quero na internet, abro a Billboard e vejo algo não tão inovador, mas que chamou a atenção e é bem diferente. Três caras vem andando no canto da tela e começam a falar. É sobre uma série que passa somente na web, Z Rock, que tem sua segunda temporada agora. Está tudo no IFC, que quer dizer Independent Film Channel. Mas a série não é o objeto do post e sim, a publicidade.

O funcionamento é simples. É um dhtml (aquele que parece com um pop up, mas se fecha automaticamente). Mas sem cores gritantes, num lugar bom da página (canto inferior direito), que não pula em cima do texto que eu estou lendo. Mas chama atenção pelo movimento e pelo uso da fala. O cast chega, dá seu recado e vai embora. Se e minha conexão fosse melhor, eu teria entendido o que eles disseram, mas ficou tudo cortado. Como eu tenho a pior conexão do mundo, talvez você consiga ver.

Essa seria a hora para falar que menos é mais, que a internet oferece possibilidades infinitas de comunicação com público consumidor, que a publicidade lida muito melhor com os novos tempos que o jornalismo, etc. Mas a qualificação tá chegando.

E esse tipo de discussão é tão chata e não se tem chegado a conclusão alguma (nova, quero dizer). E penso que falar da única publicidade que me fez dar um clique nos últimos tempos é suficiente para exemplificar tudo isso, né?