Arquivado em: Sonhando
Você sonhou comigo ultimamente? Preocupante.
As três últimas vezes que sonnharam comigo e me contaram foram terríveis:
“Sonhei com você ontem. Você se drogava pra caramba, cheirava muito”. Eu?
“Nossa, você tava no meu sonho. E brigava de tapa com aquela menina que odiava no colégio, lembra?” Faz 8 anos que não vejo a garota.
“Sonhei que nós iamos morar num barco em Nova York e você me expulsava de casa porque queria fazer sexo o tempo todo com um cara”. Claro, logo eu, a solteira da vez.
Escuta, ninguém vai sonhar que eu tenho o trabalho dos sonhos?! Que eu ganhei na loteria, que o Hugh Jackman se apaixona por mim, que tirei 10 no tcc?! Podem começar a sonhar coisas agradáveis, ou pelo menos que eu não seja cretina com ninguém.
thank you.
A Stefanie sonhou que eu estava no Coachella. Ehhhhhhhhhhhhhhh!
Arquivado em: Sonhando
Olá,
Coisas:
Stefanie é a nova editora de música do Vírgula. Ahhhhhhhhhhhh! Parabéns!
Estou doente. Droga.
Agora o post:
Faz tempo que não falo de sonhos aqui. Minha insônia tem sido companheiras fiel, aí fica difícil estabelecer contato com o inconsciente. Mas na última semana consegui, e olha que bizarro.
Um ex-namorado e eu tinhamos uma discussão feia. Era casamento de alguém que já não lembro mais e acontecia a separação na festa. Até aí tudo bem.
Só que a Mônica Bergamo estava cobrindo o casamento. E qual a minha surpresa quando vejo os dois atracados, na maior pegação? Eu também fiquei passada, entendo a cara que você está fazendo.
Agora, o mais estranho: no dia seguinte ao sonho, li meu horóscopo. Última frase: Preste atenção aos sonhos, pois podem ser proféticos.
Então tá, né…
Olá, bom dia.
Aceita um chá? Sem açúcar por favor.
Lembrei que tenho uma categoria aqui que se chama Sonhando, e que quase nunca posto nela. Nem sei quantos posts tem. Obviamente, era pra eu contar os sonhos bizarros que tenho. E quase toda semana tem um. Vou contar um sonho de muito tempo atrás, que os meus amigos já ouviram, mas que merece registro.
Estava dormindo em casa, feliz e contente, como uma pedra. Tinha chegado em casa quase seis da manhã depois do Gui Fest (ou seja, 4 de julho). E como todo inverno é frio – tava sonhando que tava dormindo, isso mesmo.
Tocava uma música que eu não conhecia o tempo todo, como naquela função do media player. E quando eu sentia frio, o clipe da música começava a passar nas minhas costas, numa tela de youtube. Não projetar, como se fosse uma tela, mas como se eu fosse uma tevê. Aí, eu puxava o cobertor e o clipe parava. Quando eu me virava e sentia frio, lá vinha o clipe da música no youtube instalado nas minhas costas de novo.
E eu nunca soube que música era.
Ando vendo muito youtube. Saudade do tempo em que as crianças sonhavam com bicho papão.
Arquivado em: Inacreditável, Love is in the air everywhere I look around, Sonhando
4h58
escrevo
acabei de ver pela janela um mocinho correndo para atravessar a rua de casa (minha rua, av. Paulista). uma pena que tenha acordado de madrugada para ir embora.
um pouco antes, o tal mocinho ria da garota que fala comigo no despertador do celular. pode-se dizer que é um riso lindo, como o sorriso e a cara de sério, tentando convencer ou explicar uma coisa qualquer.
algumas loucuras dão graça à vida, e perder o avião é uma delas. a propósito, devo dizer: pai do moço, você é meu herói. obrigada por fechar a chave do carro no porta-malas. voltando as loucuras voluntárias, não cometi muitas, nem graves. mas lembrei que há poesia espalhada por aí, e ganhaste versos de Hilda, que é muita cousa.
levantou-se, vestiu-se e conseguiu abrir a porta (diz-se conseguiu porque era uma chave tetra, que eu pensei em esconder, e porque houve certa dificuldade em encaixá-la na porta). voltou.
voltou, em sua blusa listrada, numa variação do “guarda-roupas de Mônica”, com meio sorriso nos lábios. se tivesse que fazer um retrato das últimas semanas, seria esse (não que não lembre de alguns outros, mas que são impróprios para se colocar um blog de respeito). ganhei um beijo e foi embora. para talvez em setembro, ou não mais. ou muito mais. sei lá.
pela janela, vi um mocinho correndo para atravessar a rua de casa.
5h12
Arquivado em: Sonhando
Sonhos são estranhos, simples assim.
Na última semana, antes de colocar o blog aqui, estava conversando com a Mari sobre mais um sonho estranho. Na real: estava e casa e tinha um alarme de carro na Paulista que tocou a noite toda. No sonho: era o alarme da casa da minha mãe, onde eu estava com fotos tipo Harry Potter (que se mexem). A porta tinha sido arrombada e o ladrão era um ex-namorado.
Contei o sonho e a Mari responde: adoro a intertextualidade entre o real e o onírico.
Sábado de manhã. Acordo falando alô no celular, sonhando que Gilberto Maringoni estava me ligando pra dizer que estava atrasada pra aula. Tinha perdido a aula dele na sexta. Nem sempre essa intertextualidade é tão legal.
Ps: O primeiro comentário que eu recebi aqui no blog foi do Felipe Mortara, mas apaguei por engano.