Escravo da Rosa


Vinil de Veludo VIII

Este nem demorou, né? Stefanie Gaspar e eu fizemos tudo muito rápido, ainda na segunda-feira. Daqui pra cá, algumas coisas mudaram, como a confirmação do Iggy Pop no festtival Planeta Terra. Ou seja, o podcas está um pouquinho atrasado. humpf.

Falando em Planeta Terra, continuamos na vibe de festivais. Neil Young, que esteve cotado para o festival do Playcenter, ganha cover do Wilco para Looking for a Lover. Primal Scream, headline confirmadíssimo do mesmo festival, aparece com a espetacular Movin’ On Up. E o Maquinaria está devidamente contemplado com Faith No More e a obrigatória  Epic.

O resto é conhecido: para entrar em contato, comentários ou vinildeveludo@gmail.com.

Para baixar esta edição, clique aqui. E para ouvir todas as outras, aqui.



Vinil de Veludo VII

Pensou mesmo que a gente tinha sumido, né? NÃO! Estamos de volta fazendo a festa nos festivais. Então, aumente o volume, tire a cadeira do meio da sala e pode dançar. Ou deixa a cadeira, se você consegue usa-la para fazer performances.

Gravamos este podcast sexta-feira passada, ou seja, entra com uma semana de atraso. Mas ainda está valendo, já que as coisas não mudaram muito nos últimos dias.

Começando com La Roux, o duo inglês mais agitado deste ano. Tigerlily é a música que não vai te deixar em paz por um tempo, te fazendo dançar até na fila do banco. Depois, vem Ting Tings, que tocaram em todas as rádios FM ano passado. Shut Up and Let Me Go é de jogar as mãos pro alto, como diria alguém no axé. Por último, uma das grandes bandas desse ano, o Metronomy. Aqui vai rolar Radio Ladio, mas eu queria ter colocado o álbum todo.

Sugestões, críticas e credenciais podem ser enviadas aqui nos comentários e no vinildeveludo@gmail.com.

Baixe aqui. E ouça as outras edições aqui. E aqui, o vídeo que a gente cita com Hitler falando do fim do Oasis.



Vinil de Veludo VI

Olá, olá.

Sabemos que estamos atrasadas, mas saiu mais uma ediçao do Vinil. Desculpe pela falta de acento, mas me emprestaram um Mac para fazer este post, posto que o meu está sem bateria… Enfim, este post é para ouvir, né? Entao, tá.

Nesta ediçao, que foi gravada duas vezes, fazemos um especial folk. Gravada duas vezes porque Stefanie e eu pensamos nisso num dia antes de sair para a balda e resolvemos gravar na hora que chegassemos. O problema foi o estado em que chegamos e gravamos. Juro que na ediçao se aproveitava pouca coisa. Resolvemos regravar por respeito ao ouvintes, ok?

Outra coisa: gravamos antes da morte de Michael Jackson. Por isso nao há mençao. Mas obviamente estamos tristes, acabadas, desoladas, pensando que o mundo vai der diferente daqui em diante. Sim, ele mudou o mundo, nao finja que é só mais um.

Enfim, o Vinil. Há duas ou tres semanas atrás, um garoto de Glasgow chamado Paolo Nutini lançou um disco que foi parar  na primeira posiçao da parada no Reino Unido, e isso nao é para qualquer um. Temos duas músicas dele, Coming Up Easy e Worried Men.

E, obviamente, um podcast Folk nao poderia deixar Bob Dylan de lado. Assim, abrimos com ele cantando uma música de seu último álbum, Together Through Life, Beyond Here Lies Nothing.

Ah, e agora, o vídeo da música do Bod Dylan que a gente promete. Pessoas sensíveis, evitem, ok?

Baixe essa ediçao aqui. Ouca as outras aqui.



Vinil de Veludo V

Demoramos, né? Mas conseguimos.

Esta edição do Vinil está ótima. Eu falo as maiores besteiras do universo, mas as músicas são ótimas. Em sua 5a semana, o podcast curte a fossa. Começamos com Yeasayer e a música Forgiveness, que não é tão depressivo assim. Depois, tocamos Beirut, com The Akara, torcendo para eles virem ao Brasil. Fechamos com lenços a postos: Bon Iver cantando Blindsided. Engula o choro e vamos lá.

No final, rimos um pouco com Maguila, Stephanie Diva e possível fim do Juca. Escreva para a gente no email vinildeveludo@gmail.com. Contamos com a sua participação, ok?

Baixe aqui. E ouça os outros aqui.



Vinil de Veludo Volume IV

Saiu! Ehhhhhhhhhhhhhh. A alegria é grande de saber que a tecnologia ainda não me dominou.

Primeiro podcast com participação especial. Thiago Kazu, repórter da seção Diversão do Terra, é o nosso convidado de honra, recebido por esfirras e cerveja.

Juro, eu nunca fiz um podcast com tantos problemas técnicos. Começou com a minha música que não dava para importar de jeito de nenhum. Terminou tragicamente, quando apaguei o podcats inteiro. O que vocês vão ouvir agora é o áudio tirado do vídeo que o Kazu gravou. Santo Kazu! Falar nisso, quer veo o making of? Eu quase fui mandada embora de tanto que ria…

Bem, as músicas são Girls Who Play Guitars, do Maximo Park; In My Chest, de Now, Now Every Children; e Fast Fuse, do Kasabian. Converse com a gente pelo vinildeveludo@gmail.com ou comente aí nos blogs.

A tecnologia, não satisfeita e resolvendo brincar de Irritando Tainá Tonolli, decidiu que o GCast também daria problemas para subir o programa. Faz três dias que o podcast está pronto e não dá pra ouvir! Prometo que da próxima eu subo mais cedo, ok?

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Vinil de Veludo III – especial música brasileira
21 Maio 2009, ---
Arquivado em: Vinil de Veludo | Tags: , , ,

A gente promete e cumpre. Stefanie Gaspar e eu fizemos um especial só com músicas brasileiras. E, para mim, foi o mais difícil até ag0ra, porque dá vontade de tocar tudo.

Começamos com o Leão, que me deu um entrevista aí em baixo, ou neste link aqui. Lá ele fala das suas influências, me deixa falando sozinha quando menciono Rômulo Fróes e e diz que se não fosse Leão seria Bicho Preguiça. Sugiro que você ouça música mais de uma vez e preste atenção a letra.

Depois falamos da Lulina, para quem eu fiz o clipe Barulhinhos e que logo mais lança o cd Cristalina. No Vinil, a gente ouve Tuf, do disco Aceitação do 14, para download aqui. Nossa letrista favorita não poderia faltar!

E para fechar, a voz incrível de Tulipa Ruiz. A música chama Só Sei Dançar com Você, de verdade, só ouvindo mesmo, porque ela canta demais.

Quer conversar, pedir sua música, participar do Vinil? Comente aí ou mande um email para vinildeveludo@gmail.com.

Baixe esta edição aqui e escute as outras aqui.

ps: tinha esquecido de colocar o player… ai ai

E se mais alguém tiver dificuldade em baixar, avisa!



Pedro sofre da febre dos leões.
21 Maio 2009, ---
Arquivado em: I love it, Music makes people come together, Vinil de Veludo | Tags:

LeãoDomingo a noite. À espera de Lulina, começa uma música que chamou muito minha atenção “toda vestida de chita, cheirando a cigarro paraguaio…” Cigarro paraguaio? Preciso conhecer esse cara. Fim do show, o EP Tanta Força em mãos, vamos ouvir mais de uma vez. Conclusão, chegou ao Vinil de Veludo de música brasileira.

De um papo com Leão você sai discutindo o conceito de realidade, Monet, Mondrian, mau humor e achando que “impessoalidade é uma invenção feia, castradora”. Tem toda a inflamação de alguém que tem 23 anos. Mas o meu filosofo favorito também consegue falar coisas objetivas. Numa conversa por Gtalk com Pedro, ele começa a me explicar o Leão. “Eu estou montando banda com o leão agora, eu na guitarra elétrica mais um baixista e um baterista.” E essa conversa, você lê agora.

Peraí. Quem é o leão?
É meu projeto solo. Eu chamo na terceira pessoa, confunde as pessoas mesmo. Me chame com você preferir.

Leão, você tem outra banda, certo? Que banda é essa?
A outra banda chama “Departamento Celeste” onde somos quatro: Stan Molina, Daniel Monteiro, Thiago Serra e eu, com composições de todos nós menos do Daniel que tá enrolando. Juntamos a banda no final do ano passado. Ela surgiu na verdade como um projeto solo do Stan, eu já vinha tocando em dupla com ele fazia algum tempo, acompanhando na guitarra e alguns vocais para as canções novas dele. Aí ele resolveu montar uma banda com estas canções novas, mais algumas minhas e do Thiago, que já tocava com ele nos Telepatas. Aí viramos uma banda tocando mais com o Daniel e o Thiago.

Os seus projetos são você (Leão) e a banda e só, né?
Em música sim, Leão e o Departamento Celeste. Eu tenho um problema que talvez seja comum à minha geração que é de fazer quinze mil projetos o tempo todo. Nada garante que eu não faça outro semana que vem, mas os que tenho me dedicado são esses dois mesmo.

E o que você faz da vida para ganhar dinheiro?
No momento estou tentando entrar no programa de iniciação científica da faculdade para ver se o estado ajuda um pobre jovem a seguir sonhando e a praticar ciência. Eu faço faculdade de Filosofia na USP.

Leão, como a música surgiu na sua vida?
Eu lembro desde muito pequeno andar de carro com os meus pais e eles puxavam alguma música, normalmente coisas da MPB dos anos setenta ou algo parecido. Eu lembro que quando comecei a tocar com o Stan, cantávamos no começo show “ponta de areia” do Milton, eu conhecia a música de cor, mas eu nunca tinha ouvido uma gravação dela, era de cantar no carro com os meus pais.

Mas a maneira como eu comecei a tocar é bem diferente. Lá pelos 14 ou 15 anos eu resolvi estudar música. O meu irmão já fazia conservatório, guitarra, e eu queria aprender a cantar. Entrei no conservatório e comecei a estudar canto e fazer aulas teóricas, que eu não entendia muito bem por não saber tocar nenhum instrumento e não me dedicar a isso. Fiquei lá um ano e pouco e essa é minha toda a minha base teórica de música. Um pouco mais tarde eu comecei a tocar guitarra sozinho, influenciado por algumas bandas que eu ouvia na época eu inventei minhas próprias afinações e comecei a compor.

Você falou do seu pai. Ele é músico?
Não, até onde eu sei ele não sabe tocar nenhum instrumento. Mas curiosamente no meu EP tem uma música que é referência à uma música que ele fez com um amigo dele nos anos sessenta, ele escrevia poesia na época. Hoje ele parou de escrever poesia. Ele não fala muito sobre o assunto.

Mas a influência para compor letras que rimam e bem feitas (porque eu acho bem feitas) vem daí?
Talvez sim, eu escrevo poesia desde bem novo, a maioria era ruim só para deixar claro. Mas as minhas letras são assim porque a preocupação de escrever bem já existia em mim antes da música. Quanto às rimas é sem querer.

Tem uma coisa de amor nas suas letras, mas sem ser muito romântico (já que um cigarro paraguaio e o cheiro de suor não são lá muito agradáveis, nem sexy). Porque?
Eu costumo dizer que eu só sei falar de amor, no fundo eu acredito nas minhas letras como poesia lírica mesmo. Essa preocupação de não fazer coisas tão obvias eu acho que é de todo mundo que tenta fazer algo relevante. Mas eu não defino as coisas assim: “não vou usar tal e tal verso porque já usaram antes”. Se eu traçasse as coisas pela negativa eu ia acabar virando uma cópia do avesso das coisas que não me agradam.
Desculpa pela filosofia de bar, eu me empolgo às vezes.

Mas que coisas são essas que não te agradam?
É difícil dizer. Eu não sou de ouvir muita música, de pesquisar o que está acontecendo. Quando algo me desagrada é mais de imediato. Mas em geral me desagrada quando vejo referências diretas, quando a música vira mais uma colagem da coisa que as pessoas gostam e tentam construir aquilo. Ou quando dá pra reconhecer muito claramente o que as pessoas escolheram colocar na música, você percebe que é mais um trabalho racional do que uma construção orgânica.

Você acha seu trabalho orgânico?
Não sei dizer muito bem, eu não sei se tenho distância crítica o bastante para falar “meu trabalho é isso ou aquilo”. Mas eu sei que não é uma coisa feita com muita preocupação técnica ou da forma. Eu acho importante mesmo é dizer alguma coisa. É muito triste quando vejo alguém em música que é mais um técnico do que um artista.

Como você define a musica do Leão?
Por enquanto só consegui escrever um release que me satisfez. Canções populares inéditas.

Mas eu não quero um release. Você se acha indie? Ou folk? Ou MPB, por exemplo?
Discussão complicada. Pra falar a verdade eu não sei. Eu acho que aconteceu uma febre em 2008 que de repente surgiu uma onda folk em São Paulo. Se você disser “samba é folk, você tem samba no meio da sua música” aí sou. Se você disser “você toca para um nicho específico, tem pouca gente nos seus shows e por isso é indie” então eu sou. Mas essas discussões vão longe.
Eu toco a música que venho compondo e sim, tem influência de samba e de Brasil. Mas eu acho que a maior influencia nessa música que eu venho feito não é tão claramente vista.

E qual é?
Do Bill Callahan, do Smog. Mas é uma influência, como posso dizer, mais de modo de ver o mundo e falar dele, talvez mais espiritual, do que referência musical direta.

O Pedro vai viver de música?
O Pedro não sabe nem que horas vai acordar amanhã. Mas gostaria de viver de música sim.

Qual foi a última coisa que o Leão ouviu e amou?
Sometimes I Wish We Were an Eagle, do Bill Callahan. Ouvia repetidamente a música All Toughts Are Prey to Some Beast e o último do A Silver Mt Zion, 13 Blues For 13 Moons. Ouvi bastante o último disco do Rômulo Fróes mas ultimamente parei de ouvir.

Ainda bem, né…

Que animal o Leão seria se nao fosse o rei da selva?
Acho que um bicho preguiça, são animais muito expressivos.

De quem é o cachorro que late na gravação de Descanso Semanal Remunerado?
São duas cadelas, a Maria Filomêna e a Maria Eduarda, moram aqui em casa mesmo e sempre que alguém entra em casa é aquele estardalhaço que vazou para a gravação. Foi uma decisão difícil deixar os latidos na gravação ou tirar.

Se o Leão nao fosse músico, seria roadie?
Provavelmente não, talvez um acadêmico, talvez um chapeiro. Ouvi dizer que martelinho de ouro é bem remunerado também.

O que o Leão tem a dizer para quem vai ouvir sua música pela primeira vez?
Boa sorte, tente ouvir até o final e preste atenção nas letras.



Vinil de Veludo II – A gente não prometeu que voltava?
15 Maio 2009, ---
Arquivado em: Vinil de Veludo | Tags: , , , , , ,

Oê. Promessa é dívida e estamos aqui. Quem sabe o próximo a gente não publica no dia certo?

Considerações sobre essa segunda edição do podcast Vinil de Veludo:
- Eu estava péssima, naqueles dias de enrolar a língua. Eu juro que vou tentar melhorar.
- O Sounds of The  Universe, do Depeche Mode, é ruim mesmo. Prontofalei.

E muito obrigada de coração a todos que comentaram. Aos poucos a gente vai pegando o jeito e pode ter certeza que a gente levou em consideração todas as sugestões. Continuem ajudando a gente, ok?

Nesta edição, a gente fala do show do Oasis, encontra uma versão linda deles para Heroes do David Bowie e fala mal do U2. Depois redescobre Art Brut, com Summer Job, e por último tenta achar algo bom no novo disco do Depeche Mode, com a música Wrong.

Para falar com a gente, e pedir uma versão do Oasis para My Generation, do The Who, envie um email para vinildeveludo@gmail.com ou deixe um comentário nos blogs (aqui mesmo ou no blog da Stefanie).

Para baixar essa edição, clique aqui. Para ouvir as outras, clique aqui.




Vinil de Veludo – Volume I

Saiu! Um mês depois, trinta reunioes de pauta, horas de edição, regravação e ajustes. E uma certa pesquisa. Não parece, mas deu trabalho.

Ok, mas o que é?

Vinil de Veludo é um projeto de Stefanie Gaspar e meu (Tainá Tonolli, oi) onde a gente expõe as besteiras ditas cotidianamente, mas com alguma informação também. Um podcast de 22 minutos que tem foco em música, mas ainda se presta a falar de outras coisas e curiosidades. Estaremos aqui toda semana, provavelmente na quinta-feira, e não no sábado. O atraso de primeira é para criar expectativas.

Por enquanto, é um tanto amador. Mas contamos bastante com as opiniões, criticas e sugestões de todos. para isso, podem usar os comentários ou mandar um email para vinildeveludo@gmail.com

Podem pedir música também, a gente promete que tenta atender aos desejos de todos.

Nesta edição temos Blue Velvet, de Bobby Vinton; Psycho Killer com Velvet Revolver; e Run Run Run com Echo and the Bunnymen.

Baixe esta edição aqui. Ouça esta e as próxima edições aqui.

Vocês sabem que hoje tem show do Oasis em São Paulo? I’m underneath the sky of red. Underneath the sky again.